Não escrevo para que alguém leia. Não escrevo para outros. Não escrevo pensamentos incríveis ou análises fascinantes. Escrevo para mim. Para as dezenas de mundos que existem na minha cabeça e eu insisto em transformar em apenas um. Escrevo como um alívio, uma válvula de escape para meus pensamentos, que talvez não seja tão complexo, mas que com certeza são confusos e díspares. Escrevo para a lágrima de um drama, riso de uma graça, sorriso de uma criança, tristeza de uma névoa. Escrevo para todos que existem dentro de mim, para que assim eu me permita entende-los, como apenas um, mas na complexidade de ser tantos.
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